sábado, 8 de fevereiro de 2014

CURSO FGV Online: Como Fazer Investimentos - Avançado


Como Fazer Investimentos - Avançado

O curso tem como objetivo aprofundar seus conhecimentos para a realização de investimentos. Ao final do curso, você deverá saber responder o que é uma carteira bem diversifica de ações, qual a importância da correlação entre ativos, o que é risco sistemático, se vale à pena investir em ouro, o que é investimento exótico e como investir em derivativos.




Acesse: http://www5.fgv.br/fgvonline/Cursos/Gratuitos/Como-Fazer-Investimentos---Avancado/OCWINVAEAD-01slsh2011-1/OCWINVAEAD_00/SEM_TURNO/2279

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

CURSO FGV Online: Como Gastar Conscientemente


Como Gastar Conscientemente

O curso busca orientar as pessoas para que possam consumir de maneira consciente dentro de seu orçamento e atendendo aos seus objetivos.
Ao final do curso, você deverá saber responder:


  • - Qual é o objetivo de administrar meu dinheiro?

  • - Eu preciso ou eu quero isto?

  • - Comprar à vista ou a crédito?

  • - O consumo me faz mais feliz?


Acesse:
http://www5.fgv.br/fgvonline/Cursos/Gratuitos/Como-Gastar-Conscientemente-/OCWCGCEAD-01slsh2011-1/OCWCGCEAD_00/SEM_TURNO/2280

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Investimento em Condo Hotel - Maceió


Entenda porque o Intercity Premium Maceió destaca-se entre as diversas modalidades de investimento no mercado imobiliário.


quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Mercados: Imobiliário e Hoteleiro juntos

Dia 26/11/2013
Investimento 2 e 1
Mercados Imobiliário e Hoteleiro
Lançamento para o Mercado
Hotel Radisson em Maceió - AL! 
Aguardem!!!

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

VOCÊ vale 5,56% a menos.


As pessoas estão sempre preocupadas em não perder dinheiro, em saber como proteger os seus ativos para que eles não se desvalorizem diante de cenários de instabilidade e/ou crises econômicas.
Tenho sido questionado, até com certa frequência, como os atuais acontecimentos econômicos, aumento da Selic, inflação em alta, desvalorização do Real perante a moeda americana, conflito no Oriente Médio etc., podem afetar esses investimentos.

Resolvi então escrever sobre essas dúvidas, porém com uma proposta de análise um pouco diferente. Tentarei demonstrar aqui como esses últimos acontecimentos na economia brasileira e no exterior, podem afetar diretamente o ativo financeiro mais importante de todos: VOCÊ.
Às vezes esquecemos, mas VOCÊ, enquanto pessoa física, é um ativo financeiro que, mensalmente gera uma renda, seu salário, que pode ser fixo ou variável. Então, tal qual qualquer outro ativo que existe no mercado, você também precisa entender o que acontece com o seu valor no mercado e com a sua renda mediante cenários de instabilidade e/ou crises econômicas.
Para que a leitura não fique muito cansativa, abordarei um tema de cada vez. Esse primeiro post será dedicado à Selic.

Quais os efeitos, digamos, invisíveis da Selic no nosso dia-a-dia? Se não quiser se decepcionar, aconselho a não continuar a leitura.

Selic: taxa referencial de juros da economia. Atualmente em 9% a.a. Especula-se que pode chegar a 10% a.a.

Existem basicamente dois tipos de ativos: os que prometem pagar uma renda fixa, e os que prometem pagar uma renda variável.

VOCÊ, que tem um salário fixo, é um ativo com promessa de receber como fruto do seu trabalho, todo mês, uma renda fixa.

Digamos que VOCÊ seja um funcionário e esteja ganhando um salário fixo mensal de R$ 1.000,00.
Se o juro básico da economia (Selic), fosse 10%, VOCÊ seria um ativo que estaria valendo no mercado R$ 10.000,00: 10% de R$ 10.000,00 = ao seu salário fixo de R$ 1.000,00.
Agora, num segundo momento, se o juro básico da economia (Selic) aumentasse para 20%, VOCÊ passaria a ser um ativo que vale agora no mercado apenas R$ 5.000,00: 20% de R$ 5.000,00 = ao seu salário fixo de R$ 1.000,00. Colocando de outra maneira, para render os mesmos R$ 1.000,00, tendo como base o juro da economia em 20%, VOCÊ teria que se desvalorizar 50% do seu valor inicial!

SEU VALOR   |  SELIC  |   RENDIMENTO
R$ 10.000,00    x 10% = R$ 1.000,00 (fixo)
R$ 5.000,00      x 20% = R$ 1.000,00 (fixo)

Então, toda vez que a Selic aumenta, quem tem renda fixa, tem seu ativo desvalorizado. Nesse nosso exemplo, VOCÊ se desvaloriza.

E o que acontece com quem tem salário variável? Até para quem se enquadra nessa opção, quem depende de comissão, por exemplo, vai ter uma perda representada por mais esforço físico, mais suor no rosto para poder conseguir repor essa desvalorização trabalhando mais.

Mais exemplos considerando a Selic atual de 9% a.a. e a projeção de 10% a.a.

Você tem um carro e vive de aluguel desse automóvel. Suponhamos que você cobra R$ 150,00 pela diária.
Renda       |  SELIC |   VALOR DO SEU CARRO
R$ 150,00     9%         R$ 1.666,67 (1.666,67 x 9% = 150)
R$ 150,00   10%         R$ 1.500,00 (1.500 x 10% = 150)
A Selic, nesse nosso exemplo, subiu 1 ponto percentual, e o seu carro se desvalorizou 10%!
O que fazer para compensar essa desvalorização? Aumentar o valor da diária para R$ 166,67 (1.666,67 x 10%).

O valor da mensalidade que você paga pelo seu plano de saúde é R$ 250,00:
Mensalidade   |  SELIC |   VALOR DO SEU PLANO
R$ 250,00            9%          R$ 2.777,78 (2.777,78 x 9% = 250)
R$ 250,00          10%          R$ 2.500,00 (2.500 x 10% = 250)

O que fazer para compensar essa desvalorização do plano? Conseguir uma redução no valor da parcela para R$ 225,00 (2.500 x 9%)

Você tem um imóvel que está alugado por R$ 800,00:
Aluguel        |   SELIC    |   VALOR DO SEU IMÓVEL
R$ 800,00         9%           R$ 8.888,89 (8.888,89 x 9% = 800)
R$ 800,00         10%         R$ 8.000,00 (8.000 x 10% = 800)

O que fazer para compensar a desvalorização do seu imóvel? Subir o aluguel que você cobra para R$ 888,88.

Com o dinheiro não é diferente.

Cédula        |  SELIC  |   VALOR DO DINHEIRO
R$ 50,00           9%         R$ 555,56 (555,56 x 9% = 50)
R$ 50,00         10%         R$ 500,00 (500 x 10% = 50)

O que fazer para conseguir compensar essa desvalorização?

Aqui cabe uma pequena explicação. Diferentemente dos exemplos anteriores, o dinheiro é apenas um papel impresso. Não existe nada por trás dele que dê valor a ele, que dê suporte ao valor que está impresso nele. Digo isso porque a emissão de papel moeda era lastreado em ouro. Sabemos que o padrão ouro não existe mais desde a década de 70. Então, o que dá suporte ao dinheiro impresso? Para nossa surpresa, apenas duas assinaturas: a do Ministro da Fazenda e a do Presidente do Banco Central do Brasil. Dinheiro é confiança. Aceitamos um papel impresso com “R$ 50 reais” porque confiamos que o governo, representado nas cédulas pelo Ministro da Fazenda e pelo Presidente do Banco Central do Brasil, garantem que esse papel vale o que está impresso nele.

Voltando à nossa pergunta, o que podemos fazer para compensar a desvalorização do dinheiro? Nós, pessoas físicas, procurar aplicações financeira que acompanhem o movimento de alta da Selic. Os bancos, por sua vez, aumentam a taxa de juros dos empréstimos, como vimos no post anterior, para compensar essa desvalorização.

Como adiantei no título do post, VOCÊ se desvalorizou quando a Selic passou semana passada de 8,5% a.a para 9% a.a. Isso mesmo, VOCÊ está d-e-s-v-a-l-o-r-i-z-a-d-o. Mais precisamente, VOCÊ se desvalorizou 5,56%.

Se é que serve de consolo, todos nós estamos 5,56% mais desvalorizados.
Vou ser até profético: Em verdade, em verdade vos digo, tudo sem exceção perde valor quando a taxa de juros básica da economia sobe. Porém, o inverso também é verdadeiro. Quando ela sofre reduções, tudo se valoriza!

Éramos felizes, digo, valorizados, e não sabíamos!

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